Descobri que aprendi a ouvir não. Mas dói pra porra. Preferia quando eu não sabia ouvir e me rebelava e tentava mjudar e insistia… agora não.
Agora fica tudo por minha conta. Não posso dizer que fiz então mereço que façam por mim também. Eu fiz porque eu quis, porque achei melhor assim. A velha historia de o que é bom pra uns pode não ser pra outros.
Confesso que tenho muita coisa em mim ainda. Muitos incômodos e muitas duvidas. Mas meu romantismo imbecil me impedia de colocar tudo pra fora porque “o verdadeiro amor tudo pode, tudo vence e tudo é.” . não é bem assim. Percebo agora que as coisas poderiam ter sido diferentes se eu tivesse falado, mas não vou mais me lamentar (pelo menos não em público).
Vou levar tudo como tem que ser porque, no fundo, eu sei que tem que ser só não quero aceitar.
Vai passar. Como tantas outras coisas já passaram. Vai passar como tudo passa. E eu sei que, quando passar, vou ter guardado só o que é bom porque sou suficientemente burra pra me esquecer do que me magoou e de como me senti. Não faço a mínima questão de mudar quanto a isso. QSF.
Vou deixar esse pedaço meu aqui, pra quando quiser me lembrar dele. Mas não volto mais pra cá. Sinto muito por tudo o que ele significa mas, nesse momento, me dói pensar em tudo o que já coloquei aqui e não preciso que doa mais…
Aqui eu já descrevi dores, decepções, amores, saudades… cada letra aqui conta um pedaço de um EU que não sei se quero que continue existindo e precisei de um não hoje pra decidir isso.
Não sei se vou para outro lugar, acho que agora não mas, se for, aviso.
Tchau.